Reajuste do Polietileno em Março de 2026: o que aconteceu e o que esperar

Em menos de 15 dias, o mercado de resinas plásticas registrou dois reajustes consecutivos anunciados pela The Dow Chemical Company para a América Latina.

O primeiro, em 12 de março, foi de US$ 660 por tonelada métrica. O segundo, em 24 de março, trouxe mais US$ 340/ton — totalizando US$ 1.000 por tonelada métrica nas resinas de Polietileno de Alta Densidade (PEAD), Polietileno de Baixa Densidade Linear (PEBDL) e Polietileno de Baixa Densidade (PEBD).

Por que os preços estão subindo?

Segundo o próprio fornecedor, o principal fator é a volatilidade global entre oferta e demanda. O cenário internacional — especialmente ligado à energia, logística e derivados de petróleo — continua pressionando toda a cadeia produtiva do plástico. A expectativa do mercado é de que esse movimento ainda possa gerar novos ajustes nos próximos meses.

O que isso significa para quem compra matéria-prima plástica?

Para empresas que utilizam polietileno na produção — como embalagens, filmes, utilidades e outros — esse cenário exige atenção. Mais do que nunca, será necessário revisar custos, ajustar margens e planejar compras com mais estratégia. Em momentos como esse, antecipação e previsibilidade fazem diferença no resultado final.

Como a Polinova está lidando com isso?

A Polinova acompanha de perto as movimentações do mercado e preza pela transparência com seus clientes. Nosso time comercial já está em contato para apresentar os novos valores, orientar sobre os impactos reais e buscar as melhores condições possíveis dentro desse cenário.

Acesse os comunicados oficiais da Dow:

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